segunda-feira, 11 de julho de 2011

VOLÚPIA

Carlos Celso Uchoa Cavalcante (11/julho/2011)

Os nossos corpos nus enlouquecidos
pelo desejo ardente de amar
orgasmo insistente a derramar
sob a cadência dos nossos gemidos.

Mais atrevidos nossos pensamentos
naquele instante reunia tudo
nossos sussurros num espaço mudo
fazia um só todos os momentos.

Os sentimentos que se mutuavam
os nossos corpos que ali se entregavam
à volúpia febril em nosso ninho.

Fez que, jamais, eu possa esquecer
instantes que me fez entorpecer
inerte pelo excesso de carinho.

2 comentários:

´Flor* disse...

Envolvente a rimas sensuais,inebriantes sonhar com o amor de amantes em um encontro de pele com pele.Parabéns poeta.Bjuss\Flor.

Me siga amigo.somos vizinhos.rsrs

Nádia Santos disse...

Sensual e envolvente. Parabéns!